quinta-feira, 15 de março de 2018

A certeza da resposta à oração (Mateus Mt 7.7-11)


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Jesus fala pela segunda vez, no Sermão da Montanha sobre a oração. A primeira vez falou sobre o Pai, que deve ser achado em secreto, que recompensa abertamente e nos deu o modelo de oração (Mateus 6.5). Agora Ele quer nos ensinar o que em toda Escritura é considerada a principal questão em oração: a garantia de que a oração será ouvida e respondida. Não podemos deixar de perceber que Ele quer imprimir de modo profundo em nossas mentes uma única verdade: que podemos e devemos com muita confiança esperar uma resposta para a nossa oração. Depois da revelação do amor do Pai não há, no curso todo, lição mais importante do que esta: todo aquele que pede recebe.  Jesus quer realmente que tenhamos absoluta certeza de que pedir, buscar e bater nunca é em vão: receber uma resposta, achar Deus, o coração aberto e a casa do Pai são frutos garantidos da oração. Desenvolver um relacionamento com Deus é imprescindível para desfrutar da certeza da resposta naquilo que buscamos em oração. (veja: Jo 14.21,23; 1Jo 5.12-15).
O fato de o Senhor achar necessário repetir essa verdade de tantas formas revela a tremenda importância dessa lição. Prova que Ele conhece nosso coração, sabe que dúvida e falta de confiança é algo natural para nós e sabe como facilmente temos a tendência de pensar sobre a oração como um trabalho religioso sem uma resposta. A oração com confiança, que se agarra à promessa, é algo espiritual, muito difícil para o discípulo indeciso. Portanto, bem no início de Sua instrução àqueles que vão aprender a orar, procura fixar essa verdade bem no íntimo de seus corações: a oração vale muito; pedi e dar-se-vos-á; todo o que pede recebe. Essa é a lei permanente e eterna do reino: se você pedir e não receber, é porque deve haver algo errado ou faltando na oração. Persevere; deixe a palavra e o Espírito ensiná-lo a orar corretamente, mas não deixe que a confiança que Ele busca despertar se vá. A prova de que oramos corretamente é a resposta à oração. Se pedirmos e não recebemos, é porque não aprendemos a pedir corretamente. Que tenhamos cuidado para não enfraquecer a Palavra com nossa sabedoria humana. Quando Ele nos fala coisas celestiais, creiamos n'Ele. Sua Palavra explicará a si mesma àquele que crê nela totalmente. Se surgirem perguntas e dificuldades, não procuremos entendê-las primeiro para depois aceitar a Palavra. Confiemos tudo a Ele, pois é a vontade dEle que permanece. Nosso trabalho é, antes de tudo, aceitar plenamente e agarrar Sua promessa.
A oração consiste de duas partes ou dois lados: um humano e um divino. O humano é pedir, o divino é dar. As duas metades que formam o inteiro. É como se Ele nos dissesse que nós não podemos ficar sem uma resposta, porque esta é a vontade de Deus: toda petição feita com fé obtém resposta. Se a resposta não vem, não devemos nos sentar à mesa que se chama resignação e supor que não é a vontade de Deus dar uma resposta. Não. Deve haver algo na oração que não está de acordo com o desejo de Deus. Nós temos de buscar graça para orar para que a resposta venha. É bem mais fácil para a carne resignar-se sem a resposta do que se render para ser examinada e purificada pelo Espírito, até que aprenda a orar a oração da fé (Tg 5.16c). Deus busca diariamente relacionamento com Seus filhos ouvindo e atendendo suas petições. Ele deseja que eu vá a Ele dia após dia com pedidos definidos; Ele deseja dia após dia relacionar-se conosco. A oração do homem na Terra e a resposta de Deus no céu se complementam. Confiemos em Jesus para nos ensinar a orar dessa maneira, para que a resposta possa vir.
                Pr. Fernando Maciel (extraído e adaptado)
Jesus fala pela segunda vez, no Sermão da Montanha sobre a oração. A primeira vez falou sobre o Pai, que deve ser achado em secreto, que recompensa abertamente e nos deu o modelo de oração (Mateus 6.5). Agora Ele quer nos ensinar o que em toda Escritura é considerada a principal questão em oração: a garantia de que a oração será ouvida e respondida. Não podemos deixar de perceber que Ele quer imprimir de modo profundo em nossas mentes uma única verdade: que podemos e devemos com muita confiança esperar uma resposta para a nossa oração. Depois da revelação do amor do Pai não há, no curso todo, lição mais importante do que esta: todo aquele que pede recebe.  Jesus quer realmente que tenhamos absoluta certeza de que pedir, buscar e bater nunca é em vão: receber uma resposta, achar Deus, o coração aberto e a casa do Pai são frutos garantidos da oração. Desenvolver um relacionamento com Deus é imprescindível para desfrutar da certeza da resposta naquilo que buscamos em oração. (veja: Jo 14.21,23; 1Jo 5.12-15).
O fato de o Senhor achar necessário repetir essa verdade de tantas formas revela a tremenda importância dessa lição. Prova que Ele conhece nosso coração, sabe que dúvida e falta de confiança é algo natural para nós e sabe como facilmente temos a tendência de pensar sobre a oração como um trabalho religioso sem uma resposta. A oração com confiança, que se agarra à promessa, é algo espiritual, muito difícil para o discípulo indeciso. Portanto, bem no início de Sua instrução àqueles que vão aprender a orar, procura fixar essa verdade bem no íntimo de seus corações: a oração vale muito; pedi e dar-se-vos-á; todo o que pede recebe. Essa é a lei permanente e eterna do reino: se você pedir e não receber, é porque deve haver algo errado ou faltando na oração. Persevere; deixe a palavra e o Espírito ensiná-lo a orar corretamente, mas não deixe que a confiança que Ele busca despertar se vá. A prova de que oramos corretamente é a resposta à oração. Se pedirmos e não recebemos, é porque não aprendemos a pedir corretamente. Que tenhamos cuidado para não enfraquecer a Palavra com nossa sabedoria humana. Quando Ele nos fala coisas celestiais, creiamos n'Ele. Sua Palavra explicará a si mesma àquele que crê nela totalmente. Se surgirem perguntas e dificuldades, não procuremos entendê-las primeiro para depois aceitar a Palavra. Confiemos tudo a Ele, pois é a vontade dEle que permanece. Nosso trabalho é, antes de tudo, aceitar plenamente e agarrar Sua promessa.
A oração consiste de duas partes ou dois lados: um humano e um divino. O humano é pedir, o divino é dar. As duas metades que formam o inteiro. É como se Ele nos dissesse que nós não podemos ficar sem uma resposta, porque esta é a vontade de Deus: toda petição feita com fé obtém resposta. Se a resposta não vem, não devemos nos sentar à mesa que se chama resignação e supor que não é a vontade de Deus dar uma resposta. Não. Deve haver algo na oração que não está de acordo com o desejo de Deus. Nós temos de buscar graça para orar para que a resposta venha. É bem mais fácil para a carne resignar-se sem a resposta do que se render para ser examinada e purificada pelo Espírito, até que aprenda a orar a oração da fé (Tg 5.16c). Deus busca diariamente relacionamento com Seus filhos ouvindo e atendendo suas petições. Ele deseja que eu vá a Ele dia após dia com pedidos definidos; Ele deseja dia após dia relacionar-se conosco. A oração do homem na Terra e a resposta de Deus no céu se complementam. Confiemos em Jesus para nos ensinar a orar dessa maneira, para que a resposta possa vir.
                Pr. Fernando Maciel (extraído e adaptado)

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